A era digital já chegou e faz parte da vida de muitas pessoas há algum tempo. Outras, porém, ainda desconhecem os benefícios que a tecnologia pode proporcionar.
Em países desenvolvidos, a tecnologia digital está presente na vida de todos os cidadãos, que podem usufruir das facilidades que aquela tem a oferecer. As pessoas podem pesquisar e conhecer novas culturas sem precisar sair de seu próprio lar, através do acesso à internet e produtos de última geração.
Já em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, como o Brasil, o termo "inclusão digital" deveria ser substituído por "exclusão digital", pois uma grande parte da tecnologia ainda fica concentrada nas "mãos" das classes A e B, uma minoria que mais parece não saber utilizar tantas facilidades, pois somente as aproveitam para entretenimento, enquanto que a maioria da população brasileira ainda não tem acesso aos serviços digitais, e quando tem, não sabe utilizá-los, mas neste caso, não sabem porque não foram ensinadas ou não tiveram interesse em aprender.
O governo brasileiro tem investido bastante em recursos digitais, até em escolas públicas – mesmo que em algumas delas os laboratórios de informática fiquem fechados – mas não há capacitação para utilização dos computadores e da internet, e quando as pessoas têm uma noção de como utilizar estas facilidades, as aproveitam simplesmente para participar de salas de bate-papo ou comunicar-se com amigos em redes sociais, como o Orkut, mas não as utilizam para pesquisar ou ampliar o conhecimento.
Portanto, o que pode ser observado no Brasil, assim como em outros países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, é que não adianta o governo investir em tecnologia digital se não há uma conscientização das pessoas a respeito da importância desta.
Em países desenvolvidos, a tecnologia digital está presente na vida de todos os cidadãos, que podem usufruir das facilidades que aquela tem a oferecer. As pessoas podem pesquisar e conhecer novas culturas sem precisar sair de seu próprio lar, através do acesso à internet e produtos de última geração.
Já em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, como o Brasil, o termo "inclusão digital" deveria ser substituído por "exclusão digital", pois uma grande parte da tecnologia ainda fica concentrada nas "mãos" das classes A e B, uma minoria que mais parece não saber utilizar tantas facilidades, pois somente as aproveitam para entretenimento, enquanto que a maioria da população brasileira ainda não tem acesso aos serviços digitais, e quando tem, não sabe utilizá-los, mas neste caso, não sabem porque não foram ensinadas ou não tiveram interesse em aprender.
O governo brasileiro tem investido bastante em recursos digitais, até em escolas públicas – mesmo que em algumas delas os laboratórios de informática fiquem fechados – mas não há capacitação para utilização dos computadores e da internet, e quando as pessoas têm uma noção de como utilizar estas facilidades, as aproveitam simplesmente para participar de salas de bate-papo ou comunicar-se com amigos em redes sociais, como o Orkut, mas não as utilizam para pesquisar ou ampliar o conhecimento.
Portanto, o que pode ser observado no Brasil, assim como em outros países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, é que não adianta o governo investir em tecnologia digital se não há uma conscientização das pessoas a respeito da importância desta.
E num país onde o índice de analfabetismo é alto e a desigualdade social, problemas políticos e econômicos imperam, as preocupações do governo deveriam ser outras. É necessário, primeiro, investir em qualidade de vida, para depois, investir em produtos de última geração.
Flávia Passos Leite, 2007.
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