terça-feira, 28 de agosto de 2007

Entrega dos Trabalhos AVI

Oi gente!
Para lembrar que o prazo de entrega dos trabalhos se encerra no dia 30 de Agosto, quinta feira!!
Qualquer dúvida enviar email para danielajornalismo@gmail.com

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Inclusão ou Exclusão?

A era digital já chegou e faz parte da vida de muitas pessoas há algum tempo. Outras, porém, ainda desconhecem os benefícios que a tecnologia pode proporcionar.
Em países desenvolvidos, a tecnologia digital está presente na vida de todos os cidadãos, que podem usufruir das facilidades que aquela tem a oferecer. As pessoas podem pesquisar e conhecer novas culturas sem precisar sair de seu próprio lar, através do acesso à internet e produtos de última geração.
Já em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, como o Brasil, o termo "inclusão digital" deveria ser substituído por "exclusão digital", pois uma grande parte da tecnologia ainda fica concentrada nas "mãos" das classes A e B, uma minoria que mais parece não saber utilizar tantas facilidades, pois somente as aproveitam para entretenimento, enquanto que a maioria da população brasileira ainda não tem acesso aos serviços digitais, e quando tem, não sabe utilizá-los, mas neste caso, não sabem porque não foram ensinadas ou não tiveram interesse em aprender.
O governo brasileiro tem investido bastante em recursos digitais, até em escolas públicas – mesmo que em algumas delas os laboratórios de informática fiquem fechados – mas não há capacitação para utilização dos computadores e da internet, e quando as pessoas têm uma noção de como utilizar estas facilidades, as aproveitam simplesmente para participar de salas de bate-papo ou comunicar-se com amigos em redes sociais, como o Orkut, mas não as utilizam para pesquisar ou ampliar o conhecimento.
Portanto, o que pode ser observado no Brasil, assim como em outros países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, é que não adianta o governo investir em tecnologia digital se não há uma conscientização das pessoas a respeito da importância desta.
E num país onde o índice de analfabetismo é alto e a desigualdade social, problemas políticos e econômicos imperam, as preocupações do governo deveriam ser outras. É necessário, primeiro, investir em qualidade de vida, para depois, investir em produtos de última geração.
Flávia Passos Leite, 2007.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Capítulos para a Resenha Crítica

CASTELLS, Manuel. Sociedade em rede. 4.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000 - cap. 1 e escolha livre

LÉVY, Pierre. Cibercultura. 2.ed. São Paulo: Ed. 34, 2001 - cap. 1 e escolha livre

LÉVY, Pierre. Que é o virtual. São Paulo: Ed. 34, 2001 - cap. 1 e 8

MARTINS, Francisco Menezes.; SILVA, Juremir Machado. (Org). Para navegar no século XXI. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000 - cap. 1 e escolha livre

SCHEPS, R. (Org.) O império das técnicas. Campinas: Papirus, 1996 - cap. 1 e escolha livre

RODRIGUES, Adriano Duarte. Estratégias da comunicação: questão comunicacional e formas de sociabilidade. 2. ed. Lisboa: Presença, 1997 - cap. 1 e escolha livre

BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia: de Gutenberg a Internet. Tradução Maria Carmelita Pádua Dias; revisão técnica Paulo Vaz. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004 - cap. 5 e 6

DIZARD JR, Wilson. A Nova Mídia – a comunicação de massa na era da informação. Tradução: Antonio Queiroga e Edmond Jorge. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2000 - cap. 1 e escolha livre

LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulinas. 2002 - na Parte 3 os cap. 1, 2, 3 e a conclusão

STRAUBHAAR, Joseph & LAROSE, Robert. Comunicação, Mídia e Tecnologia. Tradução José Antônio Lacerda Duarte. São Paulo: Pioneira Thompson Learning. 2004 - cap. 1 e 2

LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. O futuro do pensamento na Era da Informática. Rio de Janeiro: Editora 34. 1996 - cap. 1 da pág. 21 a 51, e cap. 2 dpág. 101 a 129

domingo, 19 de agosto de 2007

Trabalho AVI

Roteiro para execução do trabalho da AVI:

Fazer uma resenha crítica de um dos livros indicados na bibliografia da disciplina de acordo com o esquema abaixo:

  1. Escolher um dos livros. Atenção, para facilitar a vida de vocês selecionei apenas capítulos e não o livro inteiro. Então antes de começar a resenha crítica procure saber quais são os capítulos que você deve trabalhar;
  2. A resenha deve ter de 4 a 6 páginas, fonte Times News Roman, corpo 12, espaçamento 1,5 - trabalhos fora desse padrão perderão pontos;
  3. O trabalho é uma resenha crítica, portanto, deve conter a opinião de vocês sobre o assunto tratado no livro. Trabalhos sem essa reflexão serão desconsiderados;
  4. O peso do trabalho nesta unidade é 6.

Qualquer dúvida entrar em contato comigo por email ou em sala de aula.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Tecnologia e Games

Matéria indicada pela Cinthia

Filósofo de Oxford diz que há 20% de chances de estarmos vivendo em um mundo virtual


De acordo com Nick Bostrom, filósofo de Oxford, há 20% de chance de não estarmos vivendo no mundo real, mas sim em um mundo virtual, uma gigantesca simulação gerada por computador criada por uma versão de nós mesmos em um futuro distante.

Na teoria, o argumento é que o poder de processamento da "nossa" realidade irá avançar a tal ponto que muito em breve um sistema poderia simular cada atividade cerebral na Terra. Assim, não seria dificil acreditar que isso já aconteceu, e que os "pós-humanos de um futuro longínquo" poderiam ter criado um "simulador de ancestrais" que seria indistinguivel da "vida real" para seus habitantes.

Mais no blog GuraveHaato desu ka?

terça-feira, 14 de agosto de 2007

CONVITE

Ciclo de Debates “Cibercultura – Tecnologia, Sociedade e Cultura no Século XXI”

O Goethe-Institut Salvador-Bahia e Universidade Federal da Bahia apresentam, dentro do contexto do tema central do Instituto para o ano de 2007 "Arte e Cultura sob a influência de novas mídias e tecnologias", um ciclo de seminários sobre Cibercultura no século XXI. O curador do ciclo é Dr. André Lemos, professor de graduação da matéria Comunicação e Tecnologia, e diretor do Centro Internacional de Estudos e Pesquisa em Cibercultura do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas (PPGCCC), na Facom/UFBa.

Com periodicidade mensal, entre maio e outubro serão apresentados ao todo cinco seminários, dedicados a diversos aspectos dessa temática. Serão convidados para os seminários cientistas brasileiros e alemães altamente conceituados, que ministrarão palestras e discutirão o tema entre si, diante do público.

O Goethe-Institut decidiu-se pelo Ciclo de Cibercultura por se tratar de um tema interdisciplinar atual e de grande relevância no contexto da cultura contemporânea nacional e internacional. Com sua série de eventos, o Goethe-Institut pretende contribuir para a discussão da cibercultura e, com isso, tanto corresponder a uma demanda crescente no Brasil, como continuar a provocar a discussão.

Data: 15/08 - Quarta feira, às 19h

Onde: Teatro ICBA - Corredor da Vitória/ A. 7 de Setembro, 1809, Vitória, Salvador-BA

Entrada Franca


Trabalho individual

Atenção para o trabalho individual da AVI
Não deixem para a última hora!!!!!

Encaminhei para os emails de quem já aceitou o convite para participação da lista da disciplina a bibliografia e roteiros das últimas aulas

A arte na nova mídia

Seria possível ainda um salto na história da arte? Um salto da nova mídia? A pergunta é boa quando tantos mitos e tantas certezas são derrubados, quando se criam novas formas de interação e de participação das pessoas na construção cotidiana da comunicação.

Por que não uma revolução via arte eletrônica?

Desde que a tecnologia começou a mudar o cenário da mídia que se assiste a experimentos artísticos instrumentados por ela. Andy Warhol usou uma câmera portátil para documentar seu cotidiano nos anos 60. Quem não viu uma vídeo-instalação de Nam Jun Paik dos anos 70? Nos anos 90, a banalização da arte multimídia acompanhou a par e passo a banalização dos conteúdos na web. Alimentou-se do princípio globalizador e unificador. Explodiu em formas. Uma pesquisa sem profundidade na Wikipedia mostra a extensão de possibilidades: Audio Art, Cell Phone Art, Computer Art, Digital Art, Electronic Art, Finance Art, Generative Art, Hacktivism (será a arte dos hackers?), Interactive Art, Internet Art, Media Technology Art, Performance Art, Robotic Art, Software Art, Sound Art, Video Art ou Video Game Art.

No entanto, ao somar todas as formas sob as quais a arte digital se exibe, ou se conforma, alguém consegue dar um exemplo de algo tão significativo para a arte quanto, por exemplo, a Gioconda de Da Vinci, As Meninas de Velázquez ou a Montanha de Santa Vitória, de Cézanne?

Se as origens da arte da nova mídia remontam à invenção da fotografia, no século 19, e se esse tipo de manifestação artística levou mais de 150 anos para explodir em múltiplas configurações, e se o excesso de formas e fôrmas torna o seu desenvolvimento mais desafiador – nada disso elimina a possibilidade real do artista dar um salto do tamanho daquele que foi dado na história da arte por gente como Da Vinci, Velázquez ou o próprio Cézanne. Deixaram obras que valem por si, independente de significados, mitos, leituras e interpretações dadas pelos críticos: a beleza é indiscutível, qualquer pessoa frui a obra, ou a sua reprodução, com a intensidade e a reverência que só o belo consegue provocar.

Apesar da explosão das artes fruto das novas tecnologias e da “conversa” que elas costumam ter com as artes tradicionais (me refiro, por exemplo, à colagem da metade esquerda do rosto de Mona Lisa com a metade direita do rosto de Leonardo da Vinci realizada por Lilian Schwartz em 1987; ou o vídeo em alta definição “89 Seconds at Alcazar” no qual Eve Sussman movimenta os personagens de Velázquez no óleo As Meninas, de 2004) nada, absolutamente nada, conseguiu ainda superar algo que parte dos conteúdos na rede já superou: o da mera transposição para a web de conteúdos e formas cristalizados pelas velhas artes. Ou seja, é o mesmo desenho velho de guerra, a mesma forma de pintar, abstrata ou não, que se reproduz no monitor. Aposentaram-se os pincéis e a tinta tradicionais, usam-se os pincéis e as tintas virtuais. Quando muito, o desenho ou a fotografia ganham movimento, como no velho cinema. E a escultura, essa ganha três dimensões no monitor, coisa que ela já havia conquistado no holograma, ou seja, a sensação de profundidade, algo que ela, a escultura, possui em si. Ou então instalam-se monitores e telas num espaço museológico qualquer. A dita arte digital consiste em formas tradicionais repassadas aos monitores, em sons e/ou imagens inseridos ou justapostos aos suportes tradicionais.

Nenhum dos incensados artistas digitais conseguiu dar um salto no sentido de produzir arte com os elementos interativos e com todas as possibilidades da nova mídia, todas as que não reproduzem formas tradicionais de imagem e texto, sejam estáticas ou em movimento. Você, certamente, encontrará exemplos que me contradigam. Só aparentemente. Nenhum exemplo, até hoje, resiste à análise. Quero muito conferir.

Portanto eis aí uma boa pergunta para os artistas da pós-modernidade: dado que a nova mídia é pervasiva (palavra que vem do inglês pervasive, significa algo que está em todos os lugares), ainda é possível dar um salto na história da arte?

Escrito por Caio Túlio Costa - jornalista, diretor presidente do Internet Group (iG + iBest + BrTurbo). E-mail: caiotulio@ig.com.br. Texto publicado na edição de 25/9/2006 do semanário Meio&Mensagem, pág. 9.

domingo, 5 de agosto de 2007

Bibliografia Básica da Disciplina

CASTELLS, Manuel. Sociedade em rede. 4.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. 2.ed. São Paulo: Ed. 34, 2001.

LÉVY, Pierre. Que é o virtual. São Paulo: Ed. 34, 2001.

MARTINS, Francisco Menezes.; SILVA, Juremir Machado. (Org). Para navegar no século XXI. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.

SCHEPS, R. (Org.) O império das técnicas. Campinas: Papirus, 1996.

RODRIGUES, Adriano Duarte. Estratégias da comunicação: questão comunicacional e formas de sociabilidade. 2. ed. Lisboa: Presença, 1997.

BRIGGS, Asa. Uma História Social da Mídia: de Gutenberg a Internet. Tradução Maria Carmelita Pádua Dias; revisão técnica Paulo Vaz. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.

DIZARD JR, Wilson. A Nova Mídia – a comunicação de massa na era da informação. Tradução: Antonio Queiroga e Edmond Jorge. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2000.

LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulinas. 2002.

STRAUBHAAR, Joseph & LAROSE, Robert. Comunicação, Mídia e Tecnologia. Tradução José Antônio Lacerda Duarte. São Paulo: Pioneira Thompson Learning. 2004.

LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. O futuro do pensamento na Era da Informática. Rio de Janeiro: Editora 34. 1996.